biofachada: mantendo os edifícios frescos | biofacade: keeping buildings cool

O desafio de design promovido pelo Instituto de Biomimética tem como finalista a proposta de estudantes da Bucknell University da biofachada. Neil Dold, Abraham Khan, Julie Kohn, e Chrissy Kaufmann pensaram mais de 100 milhões de toneladas de carbono entram na atmosfera a cada ano como resultado do uso de energia em sistemas de ar condicionado, por que não pensar em uma solução mais eficiente para resfriar nosso edifícios. A biofachada é uma nova estrutura destinada a reduzir a quantidade de energia necessária para manter os edifícios frescos através do aproveitamento da energia solar para blindar os edifícios dos mecanismos de troca de calor que causam o aquecimento. A estrutura e função são inspiradas nos mecanismos de resfriamento evaporativo encontrados em plantas e animais, bem como os efeitos da camada limite observadas em plantas de deserto e mecanismos de rastreamento solar utilizados pelos girassóis. Além disso, a fachada reutiliza água cinza e pluvial do edifício para facilitar os mecanismos de resfriamento evaporativo. A fachada é modular, construída a partir de dois tipos de painéis - painéis solares e painéis 'cascata'. Os painéis podem ser posicionados para criar uma camada eficaz entre o edifício e para o ambiente exterior. Ao invés de aquecimento nas paredes exteriores do edifício, os mecanismos de troca de calor, tais como convecção e radiação tem sua energia dissipada nos painéis. 

Neil Dold, Abraham Khan, Julie Kohn, and Chrissy Kaufmann from Bucknell University, finalist of the  Biomimicry Institute Design Challenge
Over 100 million tons of carbon enters the atmosphere each year as a result of energy use in air conditioning systems. The BioFacade is a novel structure intended to reduce the amount of energy needed to keep buildings cool by harnessing solar energy shielding buildings from the thermal exchange mechanisms that cause buildings to heat up. The BioFacade’s structure and function are inspired by evaporative cooling mechanisms found in plants and animals (transpiration and perspiration) as well as boundary layer effects observed in desert plants and solar tracking mechanisms used by sunflowers. Additionally, the façade reuses greywater from the building and rain to facilitate the evaporative cooling mechanisms. The façade is modular, constructed from two types of panels – solar panels and ‘waterfall’ panels. The panels may be positioned in a manner that creates an effective boundary layer between the building and the outside environment. Rather than heating the building’s exterior walls, thermal exchange mechanisms such as convection and radiation have their energy dissipated in the panels.